Alguma dúvida?
Veja abaixo as perguntas mais frequentes em
relação ao BAI Rendimento Loengo.
É um património que pertence a várias pessoas, destinado ao investimento em determinados activos, visando um determinado objectivo no qual os investidores (clientes) confiam a profissionais (sociedades gestoras), a responsabilidade de decidir aonde investir os recursos do fundo, de acordo com uma estratégia de investimento pré-definida.
Primeiramente ser cliente BAI. A adesão é feita mediante uma subscrição através do preenchimento do “Boletim de Subscrição” dirigido à entidade gestora, disponível nos balcões da rede comercial do BAI.
As unidades de participação (UP) são as parcelas em que se divide o património de um fundo de investimento.

O valor da unidade de participação é calculado pela respectiva entidade gestora de acordo com regras pré-estabelecidas:

  • Corresponde à divisão do valor global do fundo pelo número de unidades de participação detidas pelos investidores;
  • O valor da unidade de participação serve de base às subscrições e aos resgates e permite acompanhar a evolução do fundo, nomeadamente quanto à sua rendibilidade e risco.
Podem ser feitos resgates apenas nos fundos abertos, que são constituídos por unidades de participação em número variável, ou seja, o número de unidades de participação varia de acordo com a procura do mercado. O mesmo não se aplica a fundos fechados, que são constituídos por unidades de participação em número fixo, determinado no momento da emissão e que são reembolsáveis na data de maturidade do fundo.

Os fundos de investimento da BAIGEST não garantem por norma rendibilidade aos seus investidores. Dispõe apenas de taxas meramente indicativas de rendibilidade.

  • Permite a participação em activos (mobiliários e imobiliários), por pequenos e médios investidores que, de outro modo, não seria possível;
  • Gestão profissional – profissionais dedicados, com vasto conhecimento na área e com acesso às melhores ferramentas de análise e controlo;
  • Eficiência fiscal – dispõe de um regime fiscal vantajoso face a outros tipos de veículos ou, em alguns casos, ao investimento directo no activo;
  • Diversificação - possibilidade de investir em diferentes mercados, sectores e empresas, tornando o investimento menos sensível;
  • Transparência – auditados por entidades externas reconhecidas e supervisionados pela CMC (Comissão de Mercado de Capitais) o que garante a qualidade da informação prestada;
  • Governação – a regulação existente obriga ao cumprimento dos requisitos de transparência e governação, oferecendo uma maior segurança aos investidores.

Os Fundos de investimento são patrimónios autónomos, pelo que os activos estão salva-guardados e só poderão ser alienados em prol dos investidores.

A sociedade gestora é que define como aplicar o investimento de acordo com a política constante no prospecto do fundo. E os investidores, ao subscreverem o fundo aceitam a política do mesmo.

As unidades de participação podem ser vendidas a um terceiro, nos casos em que o fundo é admitido a negociação no Mercado de Registo de Operações sobre Valores Mobiliários (MROV) da Bolsa de Dívida e Valores de Angola (BODIVA).

Ao investir em fundos, os investidores assumem riscos idênticos, embora menores, aos que assumiriam caso optassem pelo investimento directo nos activos que integram o património dos fundos, já que esse risco se “dilui” nos vários tipos de activos. Normalmente, a um maior risco está associado um maior potencial de rendibilidade.

Em geral, os riscos mais relevantes são:

  • Risco de Rendimento: associado à variação do valor dos activos que integram a carteira do fundo, o que faz variar o valor da unidade de participação;
  • Risco de Crédito: associado à possibilidade de incumprimento por parte das empresas emitentes de obrigações, ou à descida das cotações pelo efeito de degradação da qualidade de crédito;
  • Risco de taxa de juro: associado à variação das taxas de juro (a subida das taxas de juro desvaloriza o preço das obrigações e o valor da unidade de participação, tendo, no entanto, um efeito positivo na remuneração do reinvestimento do cupão; a descida das taxas de juro valoriza as obrigações e as unidades de participação);
  • Risco Operacional: associado à perdas que resultem de erro humano, falhas no sistema ou valorização incorrecta de activos;
  • Risco Cambial: associado à perda de valor dos investimentos em moeda estrangeira, por depreciação cambial;
  • Risco Fiscal: relativo à alterações adversas do regime fiscal, que possa diminuir a remuneração potencial dos activos fundo.

O valor do investimento (valor diário das Unidades de Participação) estará disponível nas plataformas do Banco BAI, podendo também consultar esta informação junto dos balcões do Banco BAI, bem como, da sociedade gestora (BAIGEST).

O fundo será gerido por uma equipa de profissionais que procurará oportunidades de investimento no mercado primário e secundário de capitais, por forma a maximizar a sua rendibilidade. Dado o desenvolvimento do mercado secundário angolano e devido ao facto do montante sob gestão ser elevado, o poder negociável do fundo de investimento junto do intermediário financeiro é superior ao investidor individual, o que poderá gerar retornos superiores e proporcionar uma rendibilidade atractiva para o investidor.


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